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O Exorcismo que deu errado !

O relato que eu vou contar não é um relato que aconteceu comigo, mas sim com o meu tio-avô, já falecido, e envolvendo as misteriosas circ...

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sexta-feira, 4 de março de 2016

Ele veio me dar um aviso 24 anos atrás



Por Antônia Lemos

Em 1983 morava em Canoas no RS com um filho de quase 2 anos. Meus irmãos de 16 e 17 vinham me visitar aos fins de semana e fizeram amizade com um rapaz da nossa rua ,o Tide, então os finais de semana eram na minha casa que se reuniam.

Um dia esse rapaz faleceu atropelado por um ônibus, o pai morreu um ano depois, certamente de tristeza, pois mudou muito desde a morte do único filho homem. Era uma família antiga e respeitada na região, tanto que após a morte do pai a rua recebeu seu nome. Meus irmãos passaram a me visitar menos porque a lembrança do amigo morto não lhes fazia bem, continuaram vindo, mas só de vez em quando.

Algumas semanas após sua morte tive um sonho que esqueci e só lembrei quando vi meu irmão chegando dias depois, comentei com ele, mas me arrependi de tocar no assunto visto a tristeza que ficou e no mínimo me achou maluca. Nunca mais falei desse sonho a ninguém.

No sonho eu abria uma porta que não era da minha casa, via uma cerca de ferro bonita, uma calçada de pedras de basalto  negro que sempre achei bonito. Na calçada parado com as mãos nos bolsos estava um homem de cabelos encaracolados pelos ombros, moreno, vestindo calças de soldado, e ao lado dele o Tide. O moreno olhava pra rua e o Tide se virou, me olhou, sorriu e não disse nada, mas  foi como se me dissesse'faça alguma coisa'. Um jeito  no olhar me pedia que fizesse algo. Não entendi nada, só senti que tinha algo errado ali, uma pressa, um medo, mas ele sorria, não dava pra entender. Parei de pensar no sonho pois não tinha nada haver com minha vida real, não conhecia esse homem moreno, não era nenhum dos meus irmãos e não queria ser chamada de louca.

Dezoito anos se passaram e tive mais 2 filhos, mudei de casa, um sábado frio com chuvinha fininha não fui trabalhar, e depois do almoço todos foram ver TV, cada um em seu quarto. Fiquei terminando serviços no PC e deu sono também. Ia me deitar quando notei que o quarto do mais velho, esse que tinha 2 anos quando Tide morreu, estava escuro, então ele havia saído sem que eu visse, coloquei um casaco e sai na rua ver onde tinha ido. Devia estar perto porque tinha acabado de ver ele abrindo a geladeira. Abri a porta e vi ele na esquina olhando pra rua, falei pra sair da chuva que apesar de fininha  poderia dar uma gripe, sei lá, coisa de mãe. Ele como sempre falou '' to indo''. A rua estava deserta. Acho que a vizinhança toda resolveu tirar um cochilo naquele sábado frio. Fechei a porta e ai sim me deu o arrepio. Era ele o homem moreno de cabelos compridos, até a calça do quartel. Mãos nos bolsos, tudo igual. A calçada de pedras pretas que mandei fazer, não sei exatamente o que senti, só sabia que tinha que tirar ele dali. Tinha que fazer ele sair daquele lugar. Abri de novo e chamei, ele falou 'to indo''. Tive um acesso de fúria tão grande que ele se espantou e entrou, não sei o que me deu, mas eu TINHA QUE TIRAR ELE DALI. Entrou e ainda esperei que assaltasse a geladeira de novo, fosse para o quarto e esperei ouvir o som da TV sendo ligada e o barulho da cama quando se deitou. Ai fui deitar e a agonia passou. Cochilei logo e meio dormindo ouvi som de ambulância e polícia. Cochilei de novo e ouvi mais outra ambulância. Uns 15 minutos depois meu caçula me acorda, a vizinha me chamava. Duas meninas filhas de um funcionário meu, que por acaso moravam em frente a casa da menina que meu filho estava de namorico foram atropeladas uma quadra da minha casa. Ficamos falando e ninguém sabia direito o que tinha acontecido, porque elas estavam na rua, indo aonde? Quem as atropelou? etc...

De noite meu funcionário veio me falar que tinha acontecido, estavam as duas no hospital muito mal, muito em choque, não dizia coisa com coisa. Acalmei ele e disse que tirasse o tempo que fosse necessário.

Na outra noite ao chegar do trabalho soube como tudo aconteceu, a mãe da namoradinha de meu filho não a deixou sair porque chovia, menina do tipo frágil que adoece fácil, caçula. Como tinham marcado encontro, pediu as amiguinhas que fossem chamar meu filho. Quando não o viram na esquina voltaram e um bêbado as atropelou arrastando por vários metros. Uma morreu no mesmo dia a outra uma semana depois. Meu filho estaria junto se não fosse o sonho com Tide. Obrigada Tide. 

Exorcistas Advertem de Possessões por Compra de Ouijas


Um tabuleiro Ouija é uma ferramenta que utilizado nas práticas de adivinhação e comunicação espiritual. Para utilizar o tabuleiro é preciso uma planchette (uma pequena peça em forma de coração principalmente de madeira ou de plástico) para obter uma resposta.

Embora a primeira vista pareça ser um brinquedo inofensivo, muitos sugerem que se trata de uma ferramenta verdadeiramente perigosa, já que qualquer pessoa de maneira inconsciente poderia convidar presenças não desejadas em um lar ou em outro local. Quando se diz, não desejadas, isso quer dizer entidades demoníacas e espíritos malévolos que permanecem em nosso reino.

Mas o que parecia ser uma prática antiga e obsoleta, agora parece estar experimentando uma renascença inesperada. O Google informou recentemente que as vendas dos tabuleiros Ouija aumentaram até 300%, se convertendo em uma verdadeira ameaça neste Natal.

A predição do Google sobre o auge das vendas das Ouijas, está baseada na recente estreia do filme "Ouija (2014)". No filme, um grupo de amigos precisa enfrentar seus medos mais aterradores ao despertar os poderes obscuros de um antigo tabuleiro Ouija. Hasbro, uma companhia de brinquedos que inclusive financiou a realização do filme, já está fabricando grandes quantidades de tabuleiros para este natal.

Mas este inesperado auge dos tabuleiros Ouija, levou exorcistas e especialistas do paranormal, a saírem publicamente incitando às pessoas que não comprem a Ouija como presente, já que poderiam invocar às forças demoníacas neste Natal. Um exorcista e especialista em ocultismo com sede em Dublín, advertiu que jogar à Ouija poderia se converter em um pesadelo.

"É fácil convidar os espíritos malignos, mas é muito difícil desfazer-se deles", disse o exorcista, que falou sob a condição de anonimato, ao jornal "The Independent". "As pessoas, especialmente os jovens e adolescentes que são propensos a jogar com a Ouija como um capricho, podem ser muito ingênuos ao pensar que só estão contatando com os espíritos... As pessoas não têm intenção de causar um dano espiritual, mas o que vem do reino espiritual não há maneira do controlar."

O exorcista também disse que espíritos malignos e inclusive os demônios, se fazem passar como seres queridos defuntos para poder possuir a sua vítima e, em consequência, as pessoas não percebem que podem chegar a estarem possuídas.

Minha História Assombrada: 3 dos 5 Participantes do Ouija Morreram...


Sou de Belo Horizonte e os eventos a seguir ocorreram em Contagem, cidade vizinha de BH.

Durante o intervalo na escola uma amiga chegou comentando que tinha descoberto um tal "jogo dos espíritos" e nos convidou para tentar na casa dela na parte da tarde. No horário combinado nos encontramos em frente a sua casa, entramos e começaram os preparativos. No total éramos 5 pessoas, 3 amigas que foram comigo e outra amiga que estava nos recebendo em sua casa. Enquanto preparavam as velas, o copo e a mesa eu assistia fumando meu cigarro.

Começaram a fazer as perguntas e como de praxe o copo andava em cada letra, formando a resposta. No início as perguntas eram simples, sobre quem ia passar de ano, quem ia ficar com quem. Depois começaram a perguntas sobre quando morreríamos. Perguntaram primeiro sobre mim (não sei por que rsrsr) mas o espírito não respondeu, e insistiram e continuaram perguntando, até que uma disse que espírito veio com defeito. Continuaram perguntando sobre quando elas morreriam e ai sim o espírito começou a responder. E ele deu as datas no mesmo mês que estavam. Elas ficaram apavoradas e uma se levantou, pegou o copo e jogou na parede. Lembro que puseram fogo nas letras e jogaram a vela no bueiro.

Voltamos para nossas casas, uma das meninas (Evelyn) morreu atropelada no caminho de casa. Recebemos a notícia na manhã seguinte na escola.

Uma semana depois uma outra amiga (Dayse) caiu de cima do terraço pendurando roupa no varal, teve traumatismo craniano. Faleceu no mesmo dia no Hospital próximo.

Na sexta feira da mesma semana conversamos na escola sobre o ocorrido e estávamos tensos com esta situação e uma amiga disse que estava com medo de sair de casa lembrando do tabuleiro ouija, e disse que passaria o final de semana em um sítio com a família, que precisava de um tempo longe daqui pra arejar a mente.

Na segunda-feira na escola tivemos a notícia que (Camila)  tinha se afogado no Domingo.

Das cinco pessoas participantes, três já haviam falecido, sobrando eu e uma amiga que saiu da escola.

Terminei o ano tendo contato com ela por telefone ou indo em sua casa. Em local público nunca mais. Ela dizia ao telefone que sentia algo estranho como se tivesse sendo observada o tempo todo. E que nunca mais ia sair de casa. E assim ocorreu. Sua mãe contratou psicólogos para conversar com ela mas não adiantou. Ela ainda passa o todo o tempo em casa, estuda, come, acessa internet, vive a vida presa. Me liga todos os dias para saber como estou e sempre que eu posso vou a sua casa. Sua família tem ótimas condições financeiras e condição para arcar com qualquer gasto com profissionais da área de saúde física ou psicológica.

O tempo foi passando e estive em alguns acidentes de carro onde sofri apenas pequenas lesões, nada grave. Em uma ocasião estava dentro de um ônibus que soltou a roda e quase tombou, mas tenho certeza que sempre foi Deus quem me protegeu.

Sei que tem algo que tenta me acompanhar, sinto sempre um calafrio muito intenso antes de ver algo sinistro como sombras se moverem rapidamente em ocasiões inexplicáveis.

Fui a casa de minha tia e subi ao terraço para fazer uma limpeza e senti de novo o calafrio, quando olhei para o lado tinha uma sombra negra parada e depois foi se desfazendo devagar sem se importar se estava sendo vista ou não. Muitas vezes vi objetos desaparecerem e aparecer de novo em outro lugar, quando estava sozinho, tendo a certeza de que não fui eu.

Segui minha vida, casei e tive uma filha e nem uma destas ocasiões a minha amiga "sobrevivente" apareceu, nem no casamento e nem no nascimento de minha filha.

Ainda falo com ela ao telefone todos os dias, pelo menos 3 vezes ao mês vou a sua casa.

Não falamos mais sobre o dia da mesa OUIJA, mas o fato é que nunca mais esqueceremos.

P.S Ainda vejo e sinto coisas que a maioria das pessoas ficariam assombradas. 

História assombrada enviada por Leo M.

Minha História Assombrada: Pacto com o Diabo


Olá, sou anônimo e gostaria através de voçês, relatar uma experiencia de vida na qual gostaria de compartilhar com todos principalmente para quem pensa em fazer um Pacto com o Demônio.

Para quem imagina que o demônio é alguma criatura assustadora ou tem uma aparência apavorante está enganado, nos trés encontros que "iludido" tive com ele pude observar e ter a falsa impressão de estar lidando com  pessoas extremante educadas, elegantes e bonitas.

Nasci em uma família humilde, mas sempre tive o sonho de ter grana e me tornar milionário, quando tinha 18 anos se você não fosse um garoto bonito, dificilmente conseguiria arranjar namorada bonita,  pobre seria  ainda era pior, na fissura de me tornar alguém rico e  importante, resolvi fazer um pacto com o diabo quando tinha 19 anos.

A meia noite criei coragem e fui até uma encruzilhada em meio a um canavial e evoquei Satanás por três vezes, esperei esperei e nada repeti novamente o ato por mais duas vezes, esperei esperei e nada, então desisti e fui embora pra casa.

Passados três dias fui a um barzinho bem conhecido aqui da cidade que não colocarei o nome para preservar o local, la estava eu com meus amigos sentados em uma mesa que dava de frente para a rua quando  der-repente chega um sedã de luxo, para bem a nossa frente e dele desce um homem aparentando ter uns 30 anos, bem vestido com traje preto parecia aqueles gangsteres de filmes do Al Capone, cabelos loiros olhos azuis e muito educado sentou se ao nosso lado e ali ficou bebendo whisky até a hora em que fomos embora.

Eu trabalhava de ajudante geral em uma fábrica de baterias e no outro dia cedo logo que cheguei no trabalho, o mesmo homem da noite anterior adentrou no setor em que eu estava trabalhando e veio em minha direção, seu olhar era tão penetrante que quase me hipnotizava, chegou bem próximo e disse; olá Marcos estamos aqui ouvimos o teu clamor, fiquei sem entender nada, então perguntei nós quem ? clamor ? para minha surpresa ele deu um sorriso e colocando as mãos em meus ombros sussurrou em meu ouvido estaremos as 18hrs esperando por você, e foi se embora

Trabalhei o dia todo meio sem saber o que estava se passando até que resolvi perguntar quem era aquele homem, no entanto ninguém o tinha visto nem sabia de quem eu estava falando então caiu a fixa, lembrei do pacto,  será ? pensava eu, será mesmo o demônio ?

Eu saia do trabalho sempre as 17:45 e no caminho para o ponto de ônibus o mesmo sedã da noite anterior parou do meu lado, abriu a porta lateral traseira e pude ver ao olhar para dentro do veiculo o mesmo homem que me abordara na minha seção de trabalho, homem este que ninguém conhecia ou tinha visto, mas ele estava lá, rapidamente olhei para meu relógio e eram exatamente 18hrs como ele mesmo tinha marcado, explicar o sentimento que senti naquela hora é difícil por que nem eu mesmo acreditava que aquele sujeito pudesse ser o demônio, era uma mistura de duvida, medo e curiosidade, mas como que seduzido pelo convite resolvi adentrar no carro.

Uma vez dentro do carro o silencio tomou conta do ambiente, até que resolvi perguntar quem era ele e o que queria comigo, a resposta foi:
 "Somos muitos, o que queremos ? queremos que você se junte a nós"
Eu disse; muitos ? como assim ? e como poderia me juntar a você ? e ele respondeu:
" Este corpo é apenas o intermediador entre nós e você, pois somos uma legião, eu e meus irmãos queremos que você se junte a nos na servidão de nosso querido mestre, Lúcifer, e em troca receberá todas as riquezas e gozara de todos os prazeres da terra enquanto estiver encarnado "
Fique completamente  anestesiado, pois queria sim fazer um pacto em troca de dinheiro, riqueza e mulheres, mas quando vi que isso era realmente possível e que eu poderia estar negociando com uma legião de demônios minha própria alma, confesso que me deu medo, e este medo me fez perguntar a ele: e Deus ? pois se você existe obviamente que Deus também existe e  se eu der minha alma a você como fico com Deus ? quando eu morrer vou realmente para o inferno queimar eternamente ? e ele me respondeu dando muitas risadas meio que achando graça da minha ignorância em relação ao que era desconhecido para mim, mais parecia que eu tinha feito uma piada, assim ele me respondeu:
"Marcos... a que Deus você se refere ? ao grande rival de nosso amado mestre LÚCIFER ? fique calmo e relaxe pois tudo não passa de um grande jogo de xadrez, Lúcifer o grande arquiteto, somente deseja o bem, a felicidade e o gozo pelo que é bom para os humanos, seu rival o outro "Deus" é quem é mal, utiliza de tragédias e miséria para conseguir seguidores, foi capaz de mutilar seu próprio filho simplesmente para angariar fieis, e quanto ao fogo eterno e o inferno não passa de mais uma tática que ele usa pra amedrontar seus rivais e inimigos"

Sem palavras apenas olhei novamente para ele e disse: o que quer que eu faça ? ele somente me olhou e me deu uma pasta preta, daquelas executivas com uns adornos amarelos brilhantes, e me disse para ir e aproveitar o resto da semana, mas pediu para que eu abrisse a pasta somente em casa, fiz como ele pediu desci do carro e fui para casa, chegando lá minha curiosidade era extrema, eu já não me continha fui correndo abrir a pasta, para minha surpresa a pasta estava completamente lotada de dinheiro e um envelope grande, dentro dele um papel grosso meio texturizado e de cor amarronzada e tinha um cheiro ruim parecia cheiro de algo estragado "carne" mas não muito forte o cheiro era sutil somente colocando próximo do nariz para sentir.

Na época se comparássemos com o dinheiro de hoje a quantidade de dinheiro que havia no interior da maleta equivalia a mais ou menos uns 500 mil reais.

Guardei o envelope com o papel estranho e fui pra balada, aquela noite eu era patrão estava cheio da grana e me sentindo o máximo,  sai com meus amigos bebemos dançamos  e mais tarde fomos a uma boate, fechamos a casa e a orgia rolou solta sexo bebidas e muitas mulheres, passamos a noite na gandaia.

Passados alguns dias eu já de carro novo, casa nova, vivendo uma vida de luxo, imaginando que já teria feito o pacto com o diabo, só aguardando o que mais ele iria me dar de bom, mas para minha surpresa o pacto ainda não tinha se consumado naquele dia por volta da meia noite, estava eu deitado vendo um filme em minha cama com as luzes apagadas, quando der-repente vi uma pessoa em pé, uma mulher,  parada, bem  na porta do meu quarto, só dava para ver as sua  silhueta devido a luminosidade do aparelho de TV,  tão grande foi o susto que quase tive uma parada cardíaca, tremulo de medo pelo fato de ser pego de surpresa por alguém que teria aparecido no ar como se fosse um fantasmas, criei coragem acendi a luz e olhei para a  Mulher que por sinal era linda, sorridente e muito sex, mais calmo perguntei: Quem é você ? ela me respondeu com uma voz suave e muito atraente, sou a administradora do seu contrato, mas pode me chamar de EMPUSA, (estranhei o nome mas nem perguntei nada) ela me pediu para pegar o envelope com o papel de cheiro ruim que estava na pasta juntamente com o dinheiro, não pensei duas vezes, peguei o envelope e entreguei a ela, ela pegou o papel que estava dentro e colocou sobre meu criado mudo e foi se aproximando de mim, ela era alta de pele ber branca e cabelos lisos bem pretos, olhos pretos e uma cintura de dar água na boca, muitíssimo cheirosa, pernas bem torneadas e rígidas, vestia um vestido de gala "festa" longo vermelho com detalhes brilhantes, se aproximou de mim e começou a me beijar, eu quase que  hipnotizado e seduzido por um desejo inexplicável e ao mesmo tempo ainda com medo, me entreguei e deixei me seduzir, fizemos coisas que jamais imaginei que fosse possível de se fazer na cama, experimentei sensações indescritíveis e aquela noite experimentei o mais extraordinário sexo e orgasmo de minha vida.

Passamos a noite juntos e logo de manhã bem cedo por volta das 6 hrs, escutei o interfone tocar e acordei, ela já estava de pé toda linda e pronta para sair mas o curioso e interessante é que com roupas totalmente diferentes das que ela veio, sem noção de onde ela havia conseguido as roupas mas curiosos procurei pelo vestido vermelho e não encontrei, ela me olhou e disse não vai atender a porta? ai eu fui ver quem estava a me acordar aquelas horas e o que queria.

Quando abri a porta um homem de uns 2 metros de altura aparentando uns 20 anos e bem vestido, logo foi adentrando casa a fora e se sentando em meu sofá, era tanta informação para meu cérebro que eu nem perguntava mais nada só esperava acontecer, e lá do quarto veio a jovem Empusa em minha direção pegou minha mão direita e começou a chupar meu dedo indicador, era bem exitante até que olhei para baixo e percebi que seus pés estavam diferentes, pareciam feitos de ouro e tinham formato do pé de um cavalo ou uma égua, me assustei mas não tive tempo para me afastar dela foi muito rápido, ela mordeu meu dedo fazendo um corte profundo com o dente, que naquele momento também tinha se transformado eram parecidos com dentes afiados de tubarões, logo o sangue começou a sair ela passou em meu peito do lado esquerdo, pois eu estava ainda sem camisa só de bermuda "Shorts", ela fez um sinal parecido com uma cruz de cabeça para baixo no meu peito com meu próprio sangue e neste momento o homem que estava sentado no sofá se levantou e o papel que eu citei anteriormente já estava com ele que veio em minha direção e me pediu para que eu escrevesse com meu próprio sangue o seguinte:

"Eu Marcos  .......... , me entrego a Lúcifer, Deus eterno das coisas do mundo, senhor da alegria e dos prazeres, e renego a meu rival, deixo a minha alma e o meu ser em gloria honra e poder de Lúcifer  renego a criação e as doutrinas de meu rival e tudo que vier dele, sou a partir de hoje filho amado e propriedade do meu senhor, Lúcifer e abomino tudo que for pertencente o grande inimigo e rival de Satanás"

Dei uma titubeada, mas não conseguiria mais viver sem o conforto do dinheiro e sedie a tentação. Feito isso senti no meu peito que aquele momento sim foi o momento derradeiro em que estaria entregando minha alma em um pacto com o diabo.

Assim que ele saiu pela porta eu olhei para o lado tentando ver onde estaria a Jovem Empusa que tinha passado a noite toda comigo, mas ela já não estava mais ali, tinha desaparecido como se tivesse evaporado no ar, foi então que comecei a sentir meu corpo novamente e voltar a si, percebi naquele momento que aquele homem era o próprio Satanás.

Passaram se os dias e minha vida caiu na rotina, até que um belo dia passados mais ou menos uns 40 dias depois do ocorrido, recebi um telefonema de uma multinacional onde fui convocado para uma entrevista, pelo telefone deixaram bem claro que era de meu interesse e que eu deveria comparecer, pois se tratava de um acordo que eu tinha feito recentemente e era imprescindível que eu fosse, claro que liguei os fatos e fui até la saber do que se tratava.

Quando cheguei no local "Empresa" já fui logo bem atendido pela recepcionista que me levou a uma sala de reunião onde havia uma mesa aredondada e ovalada,  enorme e umas vinte cadeiras em volta dela, cada cadeira tinha um homem sentado exceto em uma que estava reservada para mim, eles se dirigiam a minha pessoa pelo meu nome e me tratavam como se me conhecessem a vários anos, no entanto eu nunca tinha visto nenhuma daquelas pessoas em toda minha vida.

O homem que estava na base da mesa se levantou e disse:
"Marcos, sente se agora você é da família e nesta família, cuidamos uns dos outros"

Me sentei e perguntei do que se tratava tudo aquilo, ai fui informado por eles através de uma longa conversa, aquela multinacional era como um hobby para eles terem motivo para se reunirem quando quisessem, esta Multinacional talvez  seja uma das maiores empresas do mundo e ali estava eu leigo viajando em meio a inúmeras informações de um mundo novo mundo este que eu nem imaginava existir, todos eram muito educados e me deram um cartão de conta corrente já no meu nome e um extrato com a informação de que naquela conta tinha o equivalente a 5 milhões de reais depositados e em meu nome, meio sem entender não consegui me segurar e perguntei: isso é pagamento pelo pacto que fiz dias atras ?

Todos me olharam com ternura e responderam que sim, e que era apenas o começo, ganhei naquele dia um cargo na diretoria da mesma empresa e fui indicado a participar de uma loja Maçônica, nos dias decorrentes fui apresentado a políticos importantes e empresário famosos, participei de festas da alta sociedade e conheci vários artistas que também tinhão feito um pacto assim como eu, tinha um salário de dar inveja, comprei uma bela casa, um belo carro e tinha condições para ostentar o que eu desejasse.

O luxo fazia parte de mim e eu dele, e devido a ele conheci uma Atriz bem conhecida e famosa com quem comecei a sair e me relacionar e posteriormente namorar, mesmo escondido e não divulgando para a mídia estávamos namorando, não vou citar seu nome por motivos óbvios  um dia fui levado a uma festa em Londres, lá fomos a um local ermo, bem distante da cidade em uma mansão daquelas tipo medievais,  chegando lá tínhamos que colocar mascaras pretas no rosto e retirar toda a roupa para adentrar em um corredor que levava a um salão subterrâneo, eles nunca comentavam o que acontecia em suas reuniões ou festas quando estavam fora delas, e eu estava curioso aceitei e entrei no jogo, quando adentrei no salão percebi um ambiente bem luxuoso e agradável, tinha uma cama redonda no centro com uma mulher que estava de pé em cima da cama mas com um lençol negro envolvido em seu corpo da cintura para cima só dava para ver do seu umbigo para baixo, ela estava nua da cintura para baixo e envolta ao lençol negro da cintura para cima, na altura da sua cabeça um ferro prendia seus braços que estavam amarrados juntamente com o lençol, as únicas partes que podia se ver bem eram suas pernas e  ginetárias, sob uma luz vermelha tipo aquelas luzes de Motel, toda a iluminação do local era avermelhada, em seu rosto a mascara escondia sua feição.

Em volta da cama tinha cinco homens fortes e malhados também nus e eretos, logo que eles perceberam minha chegada começaram a ter relação com aquela moça que estava sob a cama, fiquei olhando e fui convidado a participar mas meio que envergonhado mas ao mesmo tempo exitado vendo aquela cena entrei na brincadeira, todos penetraram ela e chegou minha vez, me aproximei e eles a soltaram e foram retirando o lençol que escondia aparte superior do seu corpo, fiquei paralisado e chocado com o que vi, aquela linda e exitante jovem era a pessoa com quem eu estava saindo a atriz que citei anteriormente, fiquei sem reação, ai ela vei e me beijou e sussurrou em meu ouvido; "não é só você que tem segredinhos", ai os caras que ali estavam começaram a ter relação com ela enquanto ela me beijava, acabou que entrei na orgia que durou a noite toda. Estou relatando este ocorrido pra vocês entenderem de como eles controlam as pessoas e o mundo.

Claro que o namoro acabou depois disso, mas não tinha motivos para eu reclamar da vida tinha tudo que queria, minha vida era regrada a sexo, luxo e poder, quando falo poder é ter condições e o PODER realmente de dar opiniões e interferir tanto em questões politicas quanto financeiras do meu pais, cujas consequências eram refletidas severamente na sociedade brasileira, eu tinha acesso  a deputados, senadores e ate mesmo a presidentes da época.

Mais tarde já com meus 22 anos, cansado das orgias e da solidão causada pela futilidade das pessoas que só pensam em dinheiro, acabei conhecendo uma moça, garota de família e de princípios, diferente das pessoas que faziam parte dos meus círculos de amizade, por quem me apaixonei e me casei e tive dois filhos lindo, mas eu vivia uma vida dupla pois ela era bem religiosa e eu era um Satanista, eu escondia esta vida que eu levara, ela nem imaginava que eu pudesse ser quem eu realmente era.

Conheci ela aos 22 anos, namoramos 7 anos, quando tinha 29 nos casamos, ela sempre quis ser mãe mas não conseguia, somente 11 anos depois do meu casamento ela conseguiu engravidar do nosso primeiro filho e dois anos depois do segundo, quando meu segundo filho completou um ano, recebi uma visita de um dos líderes da organização da qual eu fazia parte, ele me trazia uma noticia derradeira e macabra, me informou que eu teria de sacrificar meu próprio filho em honra e adoração ao Demônio, pois eu deveria provar meu amor ao grande Mestre "Lúcifer", ou sofreria GRAVES CONSEQÜÊNCIAS, neste momento percebi quem eu era e quão terrível e maléfica eram as pessoas com quem eu tinha me envolvido, eu havia participado de rituais satânico mas nunca envolvendo uma criança e pior ainda meu filho que tanto eu amava.

Sob pressão psicológica,  mas resistindo, pois aquelas duas crianças "meus Filhos  tinham mudado algo dentro de mim assim que nasceram, eu não podia fazer mal a nenhum deles, então tomei a decisão de contar tudo a minha esposa que reagiu da pior forma possível, mas muito religiosa e caridosa não me deixou e pelo contrário, disse que se eu  me arrependesse  de coração estaria livre daquele acordo "Pacto".

Não pensei duas vezes quebrei meu compromisso com o demônio, deixei toda a minha vida de pecado no passado e fui buscar ajuda na igreja a qual ela frequentava, com 3 semanas que eu estava indo na igreja comecei a fazer caridades com o dinheiro que tinha ganhado de forma diabólica e imaginei estar seguro ali, pelo menos foi o que senti ate receber a noticia que minha esposa tinha sido sequestrada, passaram se os dias e nenhuma noticia sobre ela, até que duas semanas depois chegou a terrível noticia de que tinham encontrado o corpo dela e segundo as informações da pericia eles haviam esquartejado o corpo e utilizado ela para fazer um ritual satânico, rituais dos quais eu já havia participado anteriormente.

Senti na pele a mesma dor que eu causara em outras famílias  anteriormente, com muito medo que algo acontecesse com meu filhos, busquei ajuda em várias igrejas e nada, comecei então a receber visitas diárias de demônios com formas de sombras negras que gelavam até a alma quando passavam perto de mim, mal tinha me recuperado da perca da minha esposa meu dois filhos adoeceram e precisei leva los ao medico, no caminho um acidente de carro acabou por ceifar a vida dos dois e me deixar paralisado da cintura para baixo quebrei a coluna e perdi os movimentos da perna ficando preso em uma cadeira de rodas.

Hoje vivo em uma cadeira de rodas, sofro pela perca da minha amada, me culpo pela morte de meus filhos e sou atormentado diariamente por demônios que me fazem desejar a morte como alivio de tanta dor, perdi todo o dinheiro que tinha e sou cobrado por sussurros demoníacos que assopram em meus ouvidos:

" Você teve tudo que prometemos, dinheiro, Luxuria e poder, agora estamos cobrando nossa parte e aguardando o dia em que iremos buscar Você!" 

A Lendária Cadeira Mais Amaldiçoada do Mundo - A Busby Stoop Chair



Por Marco Faustino

A cadeira mais amaldiçoada do mundo encontra-se no museu de Thirsk, na Inglaterra. Após diversas mortes atribuídas a uma maldição de um homem, que supostamente foi enforcado no século 17, ela foi deixada presa no alto de uma parede para que ninguém mais pudesse sentar nela. Nesta matéria especial vamos descobrir todos os detalhes da lenda, da maldição, da forte hipótese de não ser a mesma cadeira, entre outros relatos. Vamos saber mais sobre esse assunto?


A História de Daniel Awety


No final do século 17, um falsificador de moedas supostamente chamado de Daniel Awety se mudou da cidade de Leeds, no condado de West Yorkshire, na Inglaterra, para um vilarejo rural chamado Kirby Wiske, que está localizado ao longo do rio Wiske, a noroeste da cidade de Thirsk em North Yorkshire, também na Inglaterra.

Uma moeda da Inglaterra de James I, 1621-23 (à esquerda), em contraste
com outra de Elizabeth I, 1558-1603 (à direita), visivelmente cortada
A atividade ilegal de Daniel era bem curiosa na época, e vamos explicar o porquê. Ele era basicamente um "coin clipper", que em sua tradução mais literal seria um cortador de moedas, assim como também as forjava.

As moedas da época eram feitas de ouro puro ou prata, e através do uso diário delas eram sujeitas a desgastes. Não era incomum receber uma moeda, que não fosse perfeitamente redonda. Assim sendo se fossem cortados ou desbastados uma pequena quantidade do metal em torno da moeda, provavelmente passaria despercebido. Esses pedaços bem pequenos eram derretidos e com isso se formava geralmente uma barra. Então essa barra era vendida a um ourive ou usada para fazer moedas falsas. Agora que você já sabe um pouco mais sobre isso, vamos voltar a história.

Daniel Awety havia comprado uma fazenda no limites do vilarejo de Kirby Wiske para ter mais sossego em seu comércio ilegal de moedas falsas. O local ficava em cima de um morro, ligeiramente inclinado, que lhe proporcionava uma excelente visão em relação a visitantes um tanto quanto indesejáveis. Logo ele tornou a fazenda um local bem mais adequado às suas necessidades. Ele rebatizou a fazenda para "Danotty Hall", uma derivação de Dan-Awety, que permanece até os dias de hoje. Quem quiser vê-la no Google Maps basta digitar as coordenadas 54°15'19.4"N 1°26'28.0"W.

Localização da fazenda "Danotty Hall" que possui esse nome até hoje. Evidentemente talvez a topografia do terreno não seja a mesma do século 17
mas usamos o recurso do Google Maps para que todos possam ter uma noção de onde ela fica na Inglaterra


Inicialmente Daniel construiu uma sala escondida interligada por uma passagem secreta a partir de sua adega subterrânea. Colocou também uma grande porta de carvalho, a oeste do corredor que dava para a trilha de acesso a fazenda. Atrás desta porta, ele instalou uma grande barra de ferro. Ela era bem pesada, com mais de 1,2m de comprimento e ficava escondida dentro de um buraco na parede lateral esquerda, logo atrás da porta de carvalho. Assim sendo, em caso de ameaça, ele poderia puxá-la por trás da porta de carvalho, encaixando-a em um outro buraco no lado oposto. Era um eficiente sistema de segurança para seu negócio.

Daniel Awety tinha uma filha chamada Elizabeth. Um homem que vivia na região chamado Thomas Busby se apaixonou por ela. Os dois acabaram se casando. Aliás, esse era um casamento que Daniel Awety não aprovava muito, mas não tinha o que fazer. É justamente nesse ponto que começa uma outra história.

A Trágica Relação Entre Daniel Awety e Thomas Busby


Thomas Busby não tinha uma reputação muito boa em Kirby Wiske, uma vez que ele exagerava um pouco na bebida. Mesmo assim ele logo se tornou parceiro do comércio ilegal de moedas falsas de Daniel Awety, seu sogro.

Uma vez que não queriam morar na fazenda, o casal Busby e Elizabeth passou a morar em uma estalagem local, em uma estrada próxima de Danotty Hall, a cerca de 6 km de distância. Aliás, o lugar caiu como uma luva para Busby onde ele podia se fartar com cerveja e festejar a noite inteira. Esse tipo de moradia era muito comum na época, que consistia em uma espécie de casa de dois andares, sendo que o andar de baixo era um bar, e a parte de cima era destinada a quartos onde pessoas poderiam se hospedar ou até mesmo considerar como residência definitiva. Muitas fontes indicam que Thomas era proprietário do local, e tudo parecia transcorrer da melhor forma possível.

Por razões que nunca vamos saber, Daniel Awety, pai da Elizabeth foi até a estalagem para tentar levar a filha de volta para casa, no intuito de afastá-la de Busby, ou seja, para o próprio bem dela. Elizabeth se recusou a deixar o lugar, não queria ir embora de maneira alguma, ao menos até que Busby chegasse em casa.

Pai e filha se sentaram a espera de Busby, que logo chegou extremamente bêbado. Daniel e Thomas começaram a discutir ferranhamente em uma intensa troca de acusações. Daniel não queria que sua filha estivesse casada ou associada de qualquer outra forma com um bêbado. Busby estava discutindo sobre alguma outra coisa, quando de repente, notou que Daniel Awety, seu sogro, estava sentado em sua cadeira favorita. Uma das versões da lenda diz que neste momento Busby o expulsou da estalagem amaldiçoando a cadeira, porém a versão mais popular desta história não parou por aí.

Em algum momento durante a discussão, Daniel Awety se cansou de tanto falar, e voltou a Danotty Hall sem conseguir trazer sua filha de volta, mas Busby estava furioso. Mais tarde naquela noite, Busby caminhou os quase 6 km que distanciavam a estalagem até Danotty Hall. Tomado inteiramente pela raiva, Busby espancou Awety até a morte usando um martelo de forjar moedas. No entanto há versões que ele o teria estrangulado.

Distância que Busby caminhou do lugar onde morava até a fazenda de Daniel Awety

Busby então escondeu o corpo em uma floresta próxima do local. Como o vilarejo era pequeno, notaram a falta de Awety, assim sendo logo fizeram uma busca por ele, que levou à descoberta de seu corpo e a prisão de Thomas Busby. Ele foi julgado em York Assizes em 1702, e condenado a forca, sendo deixado pendurado em frente a estalagem, em uma encruzilhada da Great North Road (Grande Estrada do Norte), que leva até a cidade de Thirsk. Postariamente ele foi enterrado nas proximidades de local onde foi enforcado.

O Nascimento De Uma Lenda


No caminho de ser enforcado, Thomas Busby tinha um último pedido. Ele queria parar justamente na estalagem onde morava para tomar sua última cerveja. O pedido foi concedido e dizia-se na época que Busby tinha uma cadeira favorita, que ele adorava se sentar nela. Ao terminar sua cerveja Busby teria gritado em tom de ódio: "Que uma morte repentina venha para aqueles que ousarem sentar na minha cadeira". Todos do lugar ficaram horrizados com a cena. A estalagem depois disso ficou conhecida como "Busby Stoop Inn". A palavra "Stoop" é um antigo termo usado na região, que significa "pilar" ou "poste". Assim sendo o nome do lugar simboliza a última parada de Busby, que seria mais ou menos como a "Estalagem da Forca de Busby".

A cadeira ficou na estalagem por mais de um século e habitualmente as pessoas eram desafiadas a sentar na cadeira, muito embora ninguém gostasse dessa ideia temendo uma possível maldição de Busby.

Porém em 1894, um limpador de chaminés local e seu amigo, pararam para beber na Busby Stoop Inn e por alguma razão, desafiado ou não pelo amigo, o limpador de chaminés se sentou na cadeira durante a noite. Ambos saíram tarde da noite e o limpador de chaminés parou à beira da estrada para dormir. Na manhã seguinte ele foi encontrado pendurado pelo pescoço em um poste de concreto comumente usado em portões ou cercas, ao lado da antiga forca de Busby. O inquérito na época indicava que ele tinha cometido suicídio.

Durante a Segunda Guerra Mundial, aviadores canadenses de quatro esquadrões da base aérea de Skipton-on-Swale, nas proximidades, lotaram a estalagem, e os frequentadores do bar afirmaram que os aviadores que se sentaram na cadeira nunca mais retornaram de missões após bombadearem a Alemanha. Entretanto, não seriam apenas eles.

Em 1967, dois pilotos da Força Aérea Real Britânica (RAF) sentaram-se nela. No caminho de volta, o carro onde estavam bateu em uma árvore, e ambos morreram a caminho do hospital.

Antiga foto do Busby Stoop Inn
Em 1968, Tony Earnshaw, não era um homem supersticioso quando ele comprou a estalagem de Busby Stoop Inn. O Sr. Earnshaw inicialmente descartou a maldição de Busby, pois a considerava um absurdo. Todavia, anos mais tarde, ele relatou vários incidentes fatais e isso começou a preocupá-lo. Aliás, antes de se tornar o proprietário, Tony Earnshaw contou que estava no bar tomando uma cerveja, quando aqueles dois pilotos da RAF estavam desafiando um ao outro para ver que iria se sentar na cadeira.

O Sr. Earnshaw também relata a história de um grupo de operários da construção civil, que entrou em seu bar para almoçar. Em certo momento o grupo desafiou um jovem operário a se sentar na cadeira. Ao voltar para a construção, o jovem operário estava trabalhando no telhado,  quando ele cedeu, fazendo com que o jovem despencasse direto no chão. O jovem então morreu no local. Ao saber do trágico incidente, Tony Earnshaw deixou a cadeira trancada em sua adega, longe do público.

Houve até mesmo um estranho relato, que uma a faxineira tropeçou na cadeira e depois sofreu um aneurisma.

Em 1978, por um acaso o entregador de uma cervejaria sentou-se na cadeira de Busby, dentro da adega de Tony Earnshaw. Ele disse ao Sr. Earnshaw o quão confortável era a cadeira e disse que era uma bela peça de mobília. Ele ainda disse que a cadeira devia estar no bar e não trancada em um porão úmido. Horas mais tarde, o veículo de entrega, inexplicavelmente saiu da estrada e o entregador foi morto instantaneamente.

O museu de Thirsk na Inglaterra atualmente,
onde se tornou o lar da cadeira mais amaldiçoada do mundo
O incidente foi a gota d'água para Tony Earnshaw e até mesmo um padre da região declarou a cadeira "amaldiçoada". Então ele entrou em contato com o museu de Thirsk, perguntando se eles podiam ficar com a cadeira, sob a condição do museu nunca deixar que ninguém se sentasse nela. Atendendo ao seu pedido, o museu então colocou a cadeira pendurada no alto de uma parede, longe do acesso do público, e desde então a maldição não atingiu mais ninguém por quase 30 anos.

O curador do museu de Thirsk, Cooper Harding, disse: "Temos o dever de respeitar os desejos de nossos benfeitores. Ao longo dos anos, tenho sido solicitado várias vezes para permitir que os visitantes sentem na cadeira de Busby".

Entretanto, seria mesmo essa cadeira amaldiçoada ou isso não se passa apenas de uma bela lenda local?

Os Registros Históricos Sobre Os Envolvidos


Cooper Harding, curador do museu de Thirsk, ao lado da
cadeira mais amaldiçoada do mundo de Thomas Busby
Um impresso chamado "The History of York", publicado em 1858, registrou o assassinato de Daniel Awety em 1702. Os registros paroquiais de Kirby Wiske confirmaram o enterro de Awety no dia 7 de junho de 1702. Aliás, os primeiros registros da paróquia revelaram pela primeira vez, a possibilidade de um homem chamado Christopher Shaw, ser cúmplice de Thomas Busby. Isso porque Shaw foi enforcado pelo assassinato de um tal de "D. Notty", e enterrado no dia 4 de agosto de 1702, no cemitério de Thirsk.

Entretanto, não há nenhum registro formal da "cadeira de Busby Stoop" ou de sua famosa maldição até meados do século 20. Os relatórios desde então seriam limitados a especulação da imprensa.

Cooper Harding, curador do museu de Thirsk, disse que a pena por cortar moedas ou falsificá-las na época era realmente a morte.

Neste ponto é importante ressaltar, que a pena de morte era levada muito a sério em relação a crimes envolvendo esta prática. Podemos citar o caso de Barbara Spencer, acusada do crime de falsificação de moedas, e que foi queimada na fogueira em 5 de julho de 1721, em Tyburn, na Inglaterra, uma localidade que era famosa pela realização de execuções.

Ainda segundo Cooper Harding, infelizmente os registros de York Assizes do ano de 1702 foram perdidos, portanto, as informações sobre onde e quando Busby realmente foi enforcado não são claras. Não há nenhuma evidência ou nenhum documento oficial, que registrasse a existência de um assassino que rogou uma maldição em uma cadeira.

Então isso nos leva a uma pergunta: Thomas Busby nunca existiu?

Os Relatos Sobre Thomas Busby


Ralph Thoresby (1677-1724), era um importante
historiador da região naquela época
O primeiro relato sobre Thomas Busby teria surgido em um livro chamado "The Diary of Ralph Thoresby". Ralph Thoresby era um antiquário, que nasceu na cidade Leeds em 1677, sendo amplamente creditado como o primeiro historiador daquela cidade.

Ralph Thoresby era muito respeitado, e em uma de suas viagens em 17 maio de 1703, ele escreveu o seguinte trecho na página 425 de seu diário: "Ao longo das margens do rio Swale, passo pelos jardins muito agradáveis de Sir William Robinson, que recentemente se tornou prefeito de York, porém alguns quilômetros mais a frente vejo o triste corpo do Sr. Busby, enforcado por ter assassinado seu sogro, Daniel Anty, que antigamente era um comerciante de tecidos em Leeds. Ele ganhou dinheiro honestamente devido a suas habilidades, e também pela suspeita de falsificação de moedas, que então fizeram com que ele conseguisse ter essa propriedade, que na ocasião foi cenário de sua morte".

Entretanto em 1859, um homem chamado William Grainge, que também foi antiquário, poeta e historiador de Yorkshire, escreveu um livro chamado "The Vale of Mowbray: A Historical and Topographical Account of Thirsk and its Neighbourhood".

Na página 157 de seu livro ele diz: "No ponto onde a estrada de Ripon até Thirsk cruza com a estrada de Topcliffe até Northallerton, próximo de um vilarejo, fica um bar chamado "Busby Stoop", cujo nome se origina devido a um enforcamento ou uma estrutura que foi erguida em razão de um homem chamado Busby, que foi condenado por um crime de assassinato em 1702. 

A capa do livro original de William Grainge de 1859
Dizem que seria devido a morte de Daniel Autie, que poderíamos abreviar como Dan Auty ou quem quer que fosse que morasse na casa de campo, agora chamada de "Dannoty Hall", que era um fabricante de moeda falsa e suas dependências eram equipadas para exercer tal negócio secretamente. 

Busby se casou com sua filha e acabou o ajudando em suas práticas ilegais, mas há muito tempo ele desejava ter o controle do negócio para si mesmo, por mais que Daniel não quisesse. Sendo assim surgiu uma discussão entre eles, que culminou quando Busby o assassinou. 

Em detrimento disso Busby foi julgado, culpado e enforcado na encruzilhada perto do lugar que ainda mantém o seu nome. Nenhum vestígio do enforcamento existe mais, nem mesmo está na memória do mais antigo morador da localidade.

O nome por si só continua a contar um conto melancólico para alertar sobre uma terrível punição, na qual se credita a toda nossa humanidade".

Mais recentemente, em 2010, em um livro de Geoffrey Howse chamado "Little Book of Yorkshire", é repetida de forma bem resumida a mesma história, acrescentando o fato que a localidade seria assombrada pelo espírito de Busby.

A Confissão Sobre Uma Das Mortes Atribuídas A Cadeira de Thomas Busby


A morte do limpador de chaminés em 1894 era um mistério até 1914. Naquele ano, o amigo que estava bebendo com ele, morreu sem um centavo sequer em reformatório local. Em seu leito de morte, ele confessou ter "amarrado" o limpador de chaminés a uma cerca perto do bar, para então roubar a sua bolsa, que continha apenas dois pences, que hoje seria equivalente a R$ 0,10. Tudo indica, apesar de suas palavras, que ele o tenha matado e assim o limpador de chaminés não tivesse sido vítima da maldição da cadeira.

Os Registros da Força Aérea Real do Canadá


Segundo o registro oficial daqueles quatro esquadrões da Força Aérea Real do Canadá, que se hospedaram no "Busby Stoop Inn" durante a Segunda Guerra Mundial, foi revelado um índice de abatimento de aeronaves inferior à média de 1,65%, considerando um universo de 11.000 incursões. Se o índice era bem abaixo da média, a morte dos pilotos teria sido mesmo devido a maldição da cadeira ou apenas mais uma fatalidade da guerra?

A Análise de Um Especialista Sobre A Cadeira Amaldiçoada de Busby


O Dr. Adam Bowett, um respeitado historiador imobiliário,
que analisou a cadeira de Thomas Busby
Adam Bowett é um historiador independente de móveis. Ele publicou extensamente em revistas acadêmicas e populares, sendo o autor de diversos livros sobre mobiliário Inglês. Normalmente trabalha como consultor para museus e casas de leilões, bem como outras organizações como a National Trust, Historic Scotland e Historic Royal Palaces.

Ele é um especialista renomado, que na época da análise, que acreditamos ter sido "à distância", contava com o Apoio à Pesquisa do Museu de Victoria e Albert, em Londres, na Inglaterra.

Neste ponto é importante ser mencionado, que ao entrarmos em contato com o Museu de Thirsk, um dos responsáveis, Allan Webster, disse não se recordava de ninguém chamado Adam Bowett, tão pouco que uma análise tivesse sido feita na cadeira. Entretanto, acreditamos que tal análise deve ter sido feita em forma de consulta, por parte de um terceiro, através de fotos, visto que a cadeira não tem permissão para ser retirada da parede. Essa análise parece ter sido feita em algum ano anterior a 2007, e também é citada em uma matéria de um jornal da região chamado "The Northern Echo" de 30 de outubro de 2014.

De qualquer forma em sua análise ele teria dito que as hastes do encosto da cadeira, e seu eixo entre as pernas, teriam sido fabricadas de maneira mais industrial, enquanto as cadeiras do século 17 eram feitas com uma espécie de torno artesanal feito de madeira, chamado de "pole lathe".

"A cadeira de Busby Stoop é um estilo conhecido como cadeira Caistor, devido à sua associação com o fabricante de cadeiras John William Shadford. Shadford trabalhou ao norte da cidade Lincolnshire, na cidade de Caistor entre 1843 e 1881. É pouco provável que seja mais antigo do que 1840, e poderia ter sido feito praticamente na virada do século", disse.

Comparação entre a cadeira amaldiçoada de Thomas Busby, pendurada na parede no Museu de Thirsk, na Inglaterra (à esquerda),
com a cadeira "Caistor" nº 35 (à direita), um entre os mais diversos modelos fabricados por John William Shadford entre 1843 e 1881.



Procurando um pouco mais sobre a cadeira "Caistor" na internet podemos notar que esses modelos de cadeira tinham as iniciais J.S gravadas na parte de trás. Isso seria referente ao seu criador John Shadford. Será que a cadeira pendurada no museu de Thirsk também teria essas iniciais? Talvez nunca saibamos enquanto o museu existir, visto que a cadeira não é mais retirada da parede e o acesso a ela é bem restrito.

As iniciais J.S de John Shadford na parte traseira de uma das inúmeras cadeiras fabricadas na Era Vitoriana da Inglaterra.
Em sua conclusão, Adam Bowett afirma que a cadeira no estilo Caistor, teria sido fabricada após 1840, ou seja, no mínimo 138 anos após a morte de Busby. Será que a cadeira amaldiçoada de Thomas Busby nunca existiu de fato? Seria esta cadeira uma réplica da original? E se for uma réplica, onde foi parar a original, e por qual razão ela aparentemente também é amaldiçoada? Será que o espírito de Thomas Busby amaldiçoou outra cadeira no decorrer do tempo ou tudo isso é apenas uma lenda?

Relatos Sobre o Busby Stoop Inn


Uma forca ao lado do Busby Stoop Inn simbolizando,
que naquele local, Thomas Busby havia sido enforcado
Por gerações, a cadeira de Busby Stoop encheu os corações dos homens de medo, e desafiou os mais imprudentes dos homens. Os moradores locais sempre incitavam os demais a se sentarem na velha cadeira de Thomas Busby, mas nunca se aventuraram devido a sua maldição.

Ao lado da construção havia, provavelmente de uma forma simbólica, uma forca para retratar que ali havia sido enforcado o Thomas Busby. De uma forma ou de outra o local sempre atraiu a atenção de muitos turístas, que viajavam pela Inglaterra, e paravam no bar para ouvir as histórias. Acabavam conhecendo um pouco mais da região, e inclusive iam até a cidade de Thirsk para ver mais perto a famosa cadeira mais amaldiçoada do mundo.

Grupos paranormais frequentemente faziam sessões a noite para tentar entrar em contato com o espírito de Thomas Busby, que segundo a lenda local ainda assombra a estalagem há mais de 300 anos.

"Estive aqui durante os últimos sete anos e os moradores ainda têm medo da cadeira e sua maldição. Eu vi alguém no andar de cima, era um ser humano muito alto, alguém sem braços e sem um rosto definido. Em seguida desapareceu através de uma parede. Eu fiquei totalmente aterrorizada", disse Karen Christopher Rowley, uma das últimas proprietárias do Busby Stoop, em uma matéria publicada em uma revista regional britânica chamada "The Dalesman".

Foto tirada em 2011 de um grupo que foi até o Busby Stoop para tentar fazer contato com o espírito de Thomas Busby. Na época o grupo alegou
que após uma pergunta feita sobre a morte de um sogro, o copo se moveu indicando que sim. Os donos na época proibiram o uso da tábua Ouija.


O mesmo grupo tentou uma outra forma de contato no lado de fora do Busby Stoop Inn através de um método,
que ele chamaram de "caixa fantasma" que seria uma forma de fazer contato como se fossem "batidas em uma mesa"

A maldição e a história do assassinato de "Daniel Awety" sempre foi um bom negócio para o Busby Stoop Inn e o museu de Thirsk por muitos anos. Karen Rowley ainda disse: "Tínhamos pessoas de todas as partes do mundo visitando o nosso bar e todos perguntavam sobre a cadeira e a maldição".

Visão lateral do antigo Busby Stoop Inn onde era possível notar um cartaz mencionando a cadeira amaldiçoada de Thomas Busby,
e também um pouco mais a frente o local onde ele teria sido enforcado no ano de 1702


Uma das últimas fotos da fachada do lendário Busby Stoop Inn em abril de 2011





Quadro que ficava em uma das paredes do antigo Busby Stoop Inn, e que ilustrava quem seria Thomas Busby.
Não há mais detalhes sobre quando este quadro teria sido feito e nem mesmo quem o teria criado.



As Mais Recentes Notícias Sobre a Cadeira de Thomas Busby


Segundo uma reportagem do jornal britânico Northern Echo, publicada no dia 29 de outubro de 2014, o Sr. Cooper Harding, curador do museu de Thirsk, disse que a cadeira recentemente tinha atraído uma oferta de 1 milhão dólares de um colecionador americano, que foi posteriormente recusada.

Visão de um dos ambientes do museu onde se localiza a cadeira amaldiçoada de Thomas Busby
O museu de Thirsk foi inaugurado em 1977, apenas 1 ano antes do seu mais ilustre objeto ter sido fixado em uma de suas paredes. O principal objetivo do museu é preservar e exibir itens de interesse histórico da região. No entanto, o museu também fornece serviços como traçar a árvore genealógica das famílias, a identificação de itens incomuns, bem como fornecer acesso ao material que possui arquivado. O museu incentiva visitas escolares e dizem que sempre se esforçam para estreitar as relações com as escolas locais.

O Sr. Harding completou dizendo que: "No início do ano de 2004 uma equipe de filmagem japonesa ficou muito chateada quando não dei permissão para que eles se sentassem na cadeira. A equipe inclusive prestou uma queixa na cidade de Northallerton e mais tarde perguntaram qual seria a pena que teriam que arcar caso desobedecessem às nossa regras. Eles foram informados que a pena seria a morte". Ele ainda acrescentou: "Nós poderíamos ter conseguido muito dinheiro para o museu se tivessemos permitido que os visitantes se sentassem na cadeira, mas uma promessa é uma promessa".

Curiosamente em 2014, 10 anos depois deste incidente, em um trecho da newsletter de janeiro de 2014 do Museu de Thisk, o Sr. Harding relatou ter recebido uma outra equipe de TV japonesa: "... uma equipe de TV japonesa filmou a temida cadeira do Busby Stoop Inn. Desta vez recebemos Ito Asako, uma atriz bem conhecida na TV japonesa. que teve uma breve passagem por este país, realizando uma gravação para sua série chamada Mystery Tour. De modo a se adaptar ao cronograma de filmagens, previamente estabelecido, as gravações começaram às 7h da manhã de sábado, sob a direção de Francesca, uma jovem italiana, que tinha um inglês excelente e alternava de forma fluente para o idioma japonês. 

Ito Asako estava bem elegante, mas para nossa surpresa, ela estava vestida como Sherlock Holmes, usando o mesmo tipo de chapéu que ele usava, uma capa, lente de aumento e cachimbo! A história do Busby Stoop foi contada, a cadeira foi um tanto quanto cautelosamente examinada, e um veredito foi pronunciado. Ito Asako então partiu para seu próximo compromisso em Droitwich junto com o restante dos equipamentos de gravação que estavam em dois carros. 

Allan Webster e eu ficamos muito impressionados como tudo que tinha sido mexido pela equipe, foi colocado de volta perfeitamente, em seus devidos lugares, sem que precisassemos dar uma só palavra. Foi-nos prometido um DVD do programa para vermos o que foi dito. Não temos certeza de como a história do Busby Stoop vai sobreviver agora que a estalagem foi transformada no Jaipur Spice!"

O casal Peter Wyon e May Wyon foram os principais responsáveis pela fundação do museu na década de 70, desempenhando um papel de liderança em suas atividades. Peter faleceu alguns anos atrás e May, sua esposa, faleceu no início de 2014, vivendo o bastante para se tornar centenária. Ao fazer a limpeza da casa de campo em Thirlby, a família encontrou uma série de livros e outras recordações, que foram então repassados para o museu.

Distância do museu de Thirsk até o antigo Busby Stoop Inn, que hoje em dia é um restaurante indiano chamado "The Jaipur Spice"
A título de curiosidade a cadeira de Thomas Busby foi retratada no episódio 26 de um polêmico anime chamado "Hetalia: Axis Power", que foi ao ar pela primeira vez no dia 17 de julho de 2009, pela internet. Cada episódio do anime tinha apenas 5 minutos, e era baseado no mangá "Hetaria Akushisu Pawāzu", escrito por Hidekaz Himaruya. Esta é o principal motivo pelo qual a cadeira ainda atrai tantos turístas asiáticos, principalmente chineses e japoneses, ao museu de Thirsk.

O Sr. Cooper Harding disse que poderia haver explicações racionais para as outras mortes, muito embora o Sr. Tony Earnshaw, o antigo proprietário que lhe repassou a cadeira, havia contado a história tantas vezes que ele tinha começado a acreditar.

Desde 2013 o Busby Stoop Inn se tornou um restaurante indiano
chamado "The Jaipur Spice", e perdeu algumas de suas características originais
"Sem dúvida alguma havia uma cadeira especial no bar, que os moradores locais desafiavam os visitantes a sentarem. Esta é uma história que todo mundo quer contar. É um grande exemplo de um conto folclórico, que as pessoas sempre adicionam cada vez mais detalhes", completou Cooper Harding.

"Não sou supersticioso, mas eu não me sentaria nela, porque se eu sentar, e logo depois bater com o carro, todo mundo vai dizer que a culpa foi da cadeira", finalizou.

Hoje em dia o "Busby Stoop Inn" deu lugar a um restaurante indiano chamado "The Jaipur Spice". Muitos moradores da região, cidades vizinhas e também por toda a Inglaterra lamentam que uma grande parte dessa história tenha sido perdida, muito embora o restaurante ainda promova noites cuja renda é destinada a caridade. Veja como era o Busby Stoop Inn por dentro por meio deste vídeo:



Enfim, seja qual for a origem da cadeira Busby Stoop e sua maldição, os moradores acreditam que a antiga estalagem ainda é perseguida pelo espírito, que nunca descansou em paz, de Thomas Busby. Provavelmente a cadeira continuará sendo a mais amaldiçoada do mundo enquanto acreditarmos em sua lenda.

O museu de Thirsk abre de segunda a quarta-feira e também às sextas e sábados, permanecendo fechado às quintas-feiras e aos domingos, sempre da época da Páscoa até o final de Outubro. A entrada de crianças e adultos é gratuita, e uma taxa especial é cobrada para grupos que desejam visitar o museu e queiram maiores informações sobre a história da região e dos objetos que eles possuem. Segundo informações do museu, fotografias não são permitidas.

Por fim gostaríamos de agradecer ao Sr. Allan Webster, que prontamente nos respondeu por email. Além de algumas informações que ajudaram a compor este texto. Ele disse que todos estão convidados a fazerem uma visita ao museu de Thirsk, e conhecer um pouco mais da história da região.
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